STs, Comunicações e Banners aprovados

DISPOSIÇÃO DOS STS NAS SALAS E DIAS

Auditório Sala 1 Campus Sala 2 Campus Sala 3 Campus Sala 4 Campus Sala 5 Campus Sala 1 Anexo Centro Sala 2 Anexo Centro
Dia 4 ST 01 ST 08 ST 06 ST 12 ST 11 ST 04 ST 07 ST 05
Dia 5 ST 02 ST 08 ST 06 ST 12 ST 11 ST 04 ST 09 ST 05
Dia 6 ST 03 ST 08 ST 06 ST 12 ST 11 ST 04 ST 09 ST 10

ST 01 – História Econômica: diálogos multi, inter e transdisciplinares

Coordenador:

Luiz Eduardo Simões de Souza (UFMA)

E-mail: luiz.souza@ufma.br.

Resumo: O GT História Econômica deriva de uma proposta de diálogo entre historiadores, economistas e demais pesquisadores de áreas correlatas das ciências humanas e sociais. O presente ST busca criar um espaço dentro da ANPUH para atrair a discussão sobre as características, estruturação e aplicações de diferentes métodos dentro da área, que as embasa como denominador comum para as discussões. Através da discussão entre várias práticas e considerações histórico-econômicas, visa-se fomentar o diálogo multi, inter e transdisciplinar entre profissionais de várias áreas que fazem uso da História Econômica e são, assim historiadores econômicos. Busca-se o intercâmbio de práticas, métodos, procedimentos, recursos, experiências de pesquisa e ensino de História Econômica entre os seus partícipes. O objetivo é o de construir um ambiente de informação científica e cultural comum, troca de ideias e experiências entre historiadores econômicos e interessados na prática ou historiografia histórico-econômica.

Palavras-chave: História. Economia. História Econômica.

DIA 04 DE JULHO

1) ORIGEM, FORMAÇÃO E ASSIMETRIAS DO MERCADO COMUM DO SUL (MERCOSUL)

Rodolfo Francisco Soares Nunes (UFMA)

Maria de Fátima Silva do Carmo Previdelli (UFMA)

2) O DESEMPENHO DA ESTRUTURA PRODUTIVA GREGA NA UNIÃO EUROPEIA NO PERÍODO DE 2006 A 2013

Talysson Benilson Gonçalves Bastos (UFMA)

 3) A CONSTRUÇÃO DA TESE CENTRO-PERIFERIA NO PENSAMENTO CEPALINO

Natalia Pereira Pinheiro (UFMA)

4) A OPÇÃO DE UMA GLOBALIZAÇÃO ASSIMÉTRICA E ESPECULATIVA: O BRASIL NA ROTA DA EXPANSÃO FINANCEIRA

André Fernandes Rocha Serra (UFMA)

5) OS SERVIÇOS PÚBLICOS NO MARANHÃO: UM RECORTE HISTORIOGRÁFICO DAS CONCESSÕES PÚBLICAS ENTRE OS GOVERNOS DE PEDRO TAVARES A MAGALHÃES DE ALMEIDA

Felipe Serejo Martins Ribeiro (UFMA)

 6) UM BREVE PANORAMA SOBRE A ECONOMIA MARANHENSE DO SÉCULO XIX

Yara Cristine Soares Santos (UEMA)

 7) A CASA DI SAN GIORGIO E O CICLO SISTÊMICO GENOVÊS

Liana dos Santos Gonçalves Souza (UFMA)

8) ELEMENTOS DA VULNERABILIDADE DO TRABALHO ESCRAVO CONTEMPORÂNEO NA BAIXADA MARANHENSE

Gedson do Nascimento Vasconcelos (UFMA)

ST 02 – Projeções e significações do fascismo no século XXI: uma análise do caso brasileiro

 Coordenadores:

Adroaldo Almeida (IFMA)

E-mail: adroaldojosealmeida@gmail.com

Jonadabe Gondim Silva (UFMA)

E-mail: intifadajgs@yahoo.com.br

Resumo: Diante da atual situação de crise política que vem fragilizando a democracia brasileira o termo “fascismo” vem sendo empregado de forma bastante recorrente no âmbito dos debates políticos. Como objeto de análise, como denúncia ou mero insulto aos oponentes, é um termo cada vez mais incorporado ao vocabulário político brasileiro. No entanto, quais as significações reais do fascismo na atualidade e qual o espaço objetivo e subjetivo que tem ocupado na agenda política do Brasil contemporâneo? De que forma e em que aspectos o fascismo tem sido incorporado no contexto das manifestações que compõem o cenário político brasileiro no presente século? Quais as continuidades e rupturas que o fascismo contemporâneo apresenta em relação aos modelos clássicos do passado? É possível articular o autoritarismo fascista dentro de uma democracia formalmente instituída, com seus ritos e instituições? É no enfrentamento dessas questões que esse simpósio vem sendo elaborado; por entendermos que diante de uma crise política de enorme gravidade como a que o Brasil atravessa, que vem sendo traduzida concretamente em uma crescente insegurança que assola a classe trabalhadora em diversos aspectos, é necessário aprofundarmos a busca pela compreensão desse fenômeno e do risco concreto que representa em nossa realidade atual, como ele vem sendo absorvido em nosso cotidiano político e como tem se projetado no conjunto social brasileiro.

 Palavras-chave: Fascismo. Política. Democracia

DIA 05 DE JULHO

1)NOS CÁRCERES DA DITADURA: DA ORIGEM DO COMANDO VERMELHO À DIFUSÃO DAS FACÇÕES PELO BRASIL

Luiz Eduardo Lopes Silva (UFMA)

2) A ESTRUTURAÇÃO DO FASCISMO NO CONTEXTO DO CAPITALISMO DEPENDENTE: ELEMENTOS PARA UMA REINTERPRETAÇÃO CONCEITUAL DO CASO BRASILEIRO.

Jonadabe Gondim Silva (UFMA)

3) QUAL FASCISMO? CHASIN E A ANÁLISE DO INTEGRALISMO BRASILEIRO.

Vinícius Bezerra (UFMA)

4) ESTADO DE EXCEÇÃO: DEBATE SOBRE OS ASPECTOS JURÍDICOS E POLÍTICOS.

Adroaldo Almeida (IFMA)

5) REGIME MILITAR: AUTORITÁRIO OU TOTALITÁRIO? UMA ANÁLISE SOBRE OS CONCEITOS DE HANNAH ARENDT NO REGIME MILITAR NO BRASIL.

Luís Flávio Santos Prazeres (UEMA)

6) A ATUAÇÃO DE INSTITUIÇÕES EMPRESARIAIS DE PESQUISA E ENSINO NA CONSTRUÇÃO DE UM SABER DESENVOLVIMENTISTA: PRIMEIROS OLHARES A RESPEITO DA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO MARANHÃO (FIEMA) E INSTITUTO VALE (1968 – TEMPO PRESENTE).

Tayanná Santos de Jesus Sbrana (UFMA)

7) ABERTURA POLÍTICA BRASILEIRA: LIMITES, DISCUSSÕES E PROJETOS EM DISPUTA.

Marcos Paulo Teixeira (UFMA)

8) A CAMINHADA PELO PEREGRINO DA PAZ (1978) E A LUTA PELOS DIREITOS HUMANOS NO MARANHÃO: A PASSEATA QUE NUNCA TERMINOU.

Camila da Silva Portela (UFMA)

ST 03 – Pós-Abolição no Maranhão: experiências de lutas, festas e religiosidades.

 Coordenadores:

Carolina de Souza Martins (UFF)

E-mail: caroldesouzamartins@gmail.com

Thiago Lima dos Santos (UFMA)

E-mail:  thiagolima.santos@yahoo.com.br

Resumo: As experiências de homens e mulheres negros/as, coletivas e individuais, constituem-se como um campo importante de pesquisa para a compreensão do processo emancipatório e do pós-abolição no Brasil. Deste período até hoje as articulações destes sujeitos sociais no que se refere à conquista da cidadania, à participação política, à organização social, às lutas políticas e seus desdobramentos e principalmente à manutenção de suas práticas religiosas e festivas, colocam-se como elementos fundamentais às pesquisas voltadas para esta temática. Tendo em vista que, no ano de 2018, se completam 130 anos da abolição da escravidão e 30 anos da Constituição Cidadã, este simpósio, vinculado ao GT Nacional Emancipações e Pós-Abolição da ANPUH, propõe-se a dialogar sobre diferentes cenários do pós-abolição, as continuidades, rupturas e coexistência destes processos no contexto republicano, dando ênfase aos vários itinerários que a população negra percorreu na sua luta por cidadania, ocupação do espaço público e reconhecimentos de seus saberes e fazeres.

Palavras-Chave: Pós-Abolição. Lutas Sociais. Religião.

DIA 06 DE JULHO

1) DAS FAZENDAS AO QUILOMBO: O PROCESSO DE TERRITORIALIZAÇÃO QUILOMBOLA NA BAIXADA MARANHENSE E LITORAL OCIDENTAL MARANHENSE. (1970-2010).

Maria da Conceição Pinheiro de Almeida (UFC)

2) MARANHENSES EM ROMARIA: EXPERIÊNCIA, NARRATIVA E DEVOÇÃO NA CIDADE- SANTUÁRIO DE CANINDÉ-CE

Yann Victor Maia Santos (UFMA)

3) AS FESTAS ABOLICIONISTAS EM SÃO LUIS ENTRE 1888 E 1889: ASPECTOS SOCIAIS IDENTITÁRIOS.

Silvan Sousa Mendes (UFMA)

4) “A NOITE SOBRE ALCÂNTARA”: ESBOÇO DE ANÁLISE DECOLONIAL

Raimundo Inácio Souza Araújo (COLUN-UFMA)

5) TERRITÓRIOS NEGROS E LIBERDADES: NARRATIVAS NO PÓS-ABOLIÇÃO

Carla Cristina Barros Pinheiro (UFMA)

6) PÓS-ABOLIÇÃO NO MARANHÃO: ENTRE CONFLITOS E RESISTÊNCIAS

Carolina C. de Souza Martins (UFF)

7) “CLASSES PERIGOSAS”: RACISMO E CONTROLE DE NEGROS E NEGRAS EM SÃO LUÍS NO PÓS-ABOLIÇÃO.

Glória Maria Calisto Cunha (UFMA)

8) NA PRAÇA COM SÃO BENEDITO, RITUAIS NAS RUAS QUE LEVAM E COMEMORAÇÕES NAS RUAS QUE TRAZEM: FÉ E DINAMISMO A SUJEITOS DE UMA COMUNIDADE QUE VIVEM AS FESTAS E OS FESTEJOS, EM UM CICLO DE NEGOCIAÇÃO.

Jêibel Márcio Pires Carvalho (UEMA)

9) TERRA DE PRETO: ANÁLISE DA FESTA EM HOMENAGEM À SANTA LUZIA, NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO E SÃO JOSÉ NO POVOADO DE LADEIRA-ALCÂNTARA.

Elisandra Cantanhede Ribeiro (UFMA)

Elizania Cantanhede Ribeiro (UFMA)

 

ST 04 – Gênero, política e sexualidades em tempos de ditadura 

 Coordenadores: 

Elizabeth Sousa Abrantes (UEMA)

E-mail: bethabrantes@yahoo.com.br

Marize Helena de Campos (UFMA)

E-mail: marizedecampos@yahoo.com.br

 Resumo: 13 de dezembro de 1968, a ditadura militar que golpeara o Brasil quatro anos antes fazia baixar por decreto o Ato Institucional nº 5 (AI-5) intensificando o terror como política por todo o território nacional. 50 anos se passaram deste que traduz um dos períodos mais cruéis da história do nosso país. Muitas pessoas sofreram ou perderam suas vidas nesse tempo regido pela suspensão de direitos, pela censura, perseguições e torturas e esta é a razão imperativa pela qual esta proposta de simpósio temático é sugerida. Pretendemos reunir pesquisas que articulem ditaduras, gênero e sexualidades destacando suas vivências, experiências e sentimentos naquele momento histórico. Para tanto, convidamos pesquisadores e estudiosos da temática a se inscreverem. Serão bem-vindas investigações que versem sobre: movimentos sociais protagonizados por mulheres, homens, homossexuais e pessoas trans; histórias e narrativas dos(das) que se destacaram nos movimentos; histórias de vidas, relatos orais, biografias e testemunhos; formas e expressões de resistências; relações de gênero; o tema nos livros didáticos; narrativas cinematográficas; resistências nas ditaduras da América Latina .

 Palavras-chave: AI-5. Ditadura. Gênero.

DIA 04 DE JULHO

1) TORRE DAS DONZELAS: A RELAÇÃO DE BIOPODER NO TRATAMENTO DAS PRESAS POLÍTICAS DURANTE A DITADURA MILITAR, NO PRESÍDIO DE TIRADENTES EM SÃO PAULO

Camila Raissa Santos Torres (UFMA)

2) INSERÇÃO DA MULHER NA POLÍCIA MILITAR DO MARANHÃO

Ana de Lourdes Rios da Silva (UFMA)

3) Z.B.M S/A: ESPAÇO DE MICRO RESISTÊNCIA O (UM) OLHAR SUPEROITISTA DA ZONA DO BAIXO MERETRÍCIO

Leide Ana Oliveira Caldas (IFMA)

4) SÔNIA SILK E IMAGENS DE UM PAÍS EM DECOMPOSIÇÃO SOB AS LENTES DE ROGÉRIO SGANZERLA.

Marize Helena de Campos (UFMA)

5) “CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ”: militares e meretrizes numa linha tênue (São Luís 1964-1970).

Ricardo de Jesus Pacheco Silva (UEMA)

6) BEAUVOIR E A CONSTRUÇÃO MIDIÁTICA DE GÊNERO.

Camila Raissa Santos Torres (UFMA)

DIA 05 DE JULHO

7) ENTRE TEXTOS E IMAGENS: UM ESTUDO SOBRE AS REPRESENTAÇÕES DE MULHERES ESCRAVIZADAS NOS LIVROS DIDÁTICOS DA DISCIPLINA ESCOLAR HISTÓRIA

Elaine Regina Mendes Pinheiro Lisbôa (UEMA)

8) ENTRE PEDRAS E FLORES: PRESENÇA FEMININA NO INÍCIO DO MOVIMENTO REGGAE DE SÃO LUÍS (1975/1985)

Thalisse Ramos de Sousa (UEMA)

9) MULHERES NEGRAS NOS ESPAÇOS DE PODER: REPRESENTATIVIDADE E VISIBILIDADE NO EXECUTIVO E LEGISLATIVO (SÃO LUÍS, 1966 – 2016).

 Sara Vitória Sousa da Costa  (UEMA)

10) ILUMINANDO AS ESQUINAS ESCURAS DO GUETO DE UMA DITADURA MILITAR: OS 40 ANOS DE FUNDAÇÃO DO JORNAL LAMPIÃO DA ESQUINA

Denilson Costa Pinheiro (UEMA)

11) PURPURINA EM PRETO E BRANCO: A REPRESSÃO CONTRA A POPULAÇÃO LGBT DURANTE O GOLPE MILITAR NO BRASIL.

Éder Cruz Luna (UEMA)

12) REGULAÇÃO MORAL A HOMOSSEXUAIS NA DITADURA EMPRESARIAL MILITAR NO MARANHÃO

Jefferson Maciel Lira (UFMA)

13) DITADURA E SEXUALIDADE: TEMPO PARA OUTRAS PERSPECTIVAS ?

Lukas Davyd Liberato Silva (UFMA)

DIA 06 DE JULHO

14) A LUTA PELA TERRA: EXPERIÊNCIAS E MEMÓRIAS DE MULHERES DO MÉDIO MEARIM – MA NOS ANOS 1980

Jaciara Leite Frazão (UEMA)

15) SERRA PELADA NA DITADURA: OS HOMENS QUE VÃO, AS MULHERES QUE FICAM

Jordana Maria Dourado Maciel (UEMA)

16) MIGRANTES DO MARANHÃO NOS GARIMPOS DE SERRA PELADA: COTIDIANO DE TRABALHO, LAZER E VIGILÂNCIA

José Ribamar Lemos de Oliveira (UEMA)

17) CONFLITOS, LUTAS POLÍTICAS E RESISTÊNCIA DE QUEBRADEIRAS DE COCO NO MARANHÃO (1960-1980)

Rosimeiry da Silva Sena (UFMA)

18) MARANHÃO 72: PERSPECTIVAS NACIONAIS E ESPAÇOS DE RESISTÊNCIA CONTRA A DITADURA (OBSERVAÇÕES A PARTIR DO CASO DE ANNA ARRUDA – DOPS/MA)

Emanuel Barros Lamar (UFMA)

Rafaela Cantarino Soledade (UFMA)

19) MARIA ARAGÃO: FEMINISMO E MILITÂNCIA COMUNISTA NA RESISTÊNCIA À DITADURA CIVIL MILITAR NO MARANHÃO

Elizabeth Sousa Abrantes (UEMA)

ST 05 – Histórias indígenas e pobreza no Maranhão: temas, problemas e conexões. 

 Coordenadores:

Helidacy Maria Muniz Corrêa (UEMA)

E-mail: helidacy.correa@yahoo.com.br

Soraia Sales Dornelles (UFMA)

E-mail: soraiasdornelles@gmail.com

 Resumo:

Este Simpósio Temático visa propiciar um local de divulgação, debates e conexões sobre estudos relacionados a duas temáticas distintas, mas que se conectam: a história das populações indígenas e o tema da pobreza, no Maranhão. A produção do conhecimento sobre as populações indígenas no passado, através de uma perspectiva que enfoque suas agências históricas, está intimamente ligada à produção e reprodução da pobreza, fruto de longos e complexos processos de expropriação territorial, da exploração do trabalho e da descaracterização étnica dessas comunidades por processos de mestiçagem, bem como por projetos assimilacionistas do Estado. Mas não só. Historicamente, outras interfaces da pobreza no Maranhão revelam um dramático quadro de permanência vivido pela população maranhense, no âmbito institucional (educação, hospitais, casas de apoio, dentre outros) ou mesmo no plano do discurso.  Nosso intuito é abrir espaço a pesquisas com recortes temáticos e cronológicos variados (da colônia ao tempo presente) priorizando estudos originais que destaquem as ações dos índios em contextos históricos particulares, e as diversas situações históricas da  pobreza no Maranhão a partir de fontes variadas. A proposta deste ST coaduna-se com o considerável crescimento que os estudos relacionados aos temas da História Indígena  e da pobreza adquiriram nos últimos anos. Desse modo, espaços de congregação e compartilhamento de resultados, métodos e outras experiências de pesquisas entre investigadores são fundamentais, principalmente, frente aos desafios particulares que as temáticas impõem. Há uma década, com a lei n. 11.645/2008 estabeleceu-se a obrigatoriedade do estudo da cultura e da história indígena no Brasil, em nível fundamental e médio, tanto público quanto particular. Assim, a consolidação dos objetivos da lei, fruto também de ampla mobilização das comunidades indígenas, passa pela expansão de espaços para dialogar sobre a questão em termos de pesquisa e ensino. Por outro lado, a temática da pobreza  ganhou relevo como objeto de estudo para historiadores preocupados em problematizar o papel social dos pobres em sociedades marcadas por processos históricos de pobreza extrema.

 Palavras-Chave: História indígena. Pobreza no Maranhão. História do Maranhão

DIA 04 DE JULHO

1)OS PAJÉS TUPINAMBÁ NA ILHA DO MARANHÃO E TERRAS CIRCUNVIZINHAS A PARTIR DAS CRÔNICAS FRANCESAS DOS PADRES CLAUDE D ABBEVILLE E YVES D VREUX (1612-1615)

Raquel de Lima Silva (UFMA)

2) AS ATUAÇÕES DAS MULHERES TUPINAMBÁ NAS ALDEIAS DA ILHA DO MARANHÃO E TERRAS CIRCUNVIZINHAS A PARTIR DOS RELATOS DOS PADRES FRANCESES CLAUDE D’ABBEVILLE E YVES D’ÉVREUX (1612-1615)

Karen Cristina Costa da Conceição (UFMA)

3) EM TORNO DOS TUPI-INDIANEN: REPRESENTAÇÃO DOS ÍNDIOS NAS CRÔNICAS HOLANDESAS (SÉCULO XVII).

Alirio Carvalho Cardoso (UFMA)

4) GUERRA INDÍGENA NO MARANHÃO E GRÃO-PARÁ NOS ESCRITOS PROFÉTICOS-MISSIONÁRIOS DO PADRE ANTÔNIO VIEIRA

Nathalia Moreira Lima Pereira (UFMA)

5) POBREZA E ASSISTÊNCIA NO MARANHÃO NO SÉCULO XVIII: UMA BREVE ANALISE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA

Janice  Machado Neves (UEMA)

6) POBREZA E EDUCAÇÃO NO ESTADO DO MARANHÃO COLONIAL (1700-1780)

Sterlany Rosangela Santos Ribeiro (UEMA)

DIA 05 DE JULHO

7) POBREZA E PROPRIEDADE DE TERRA NA CAPITANIA DO MARANHÃO COLONIAL (1769 – 1799)

Osmarina Duarte Santos Costa Neta (UEMA)

8) “ALDEAMENTOS EXISTENTES” E “ALDEAMENTOS INEXISTENTES” NO MARANHÃO IMPERIAL: TERRA, TRABALHO E A PRODUÇÃO DA INVISIBILIDADE INDÍGENA

Soraia Sales Dornelles (UFMA)

9) MARGINAIS DO MUNDO KARAIW: HISTÓRIA DAS RELAÇÕES INTERÉTNICAS ENTRE OS TENETETEHARA-GUAJAJARA E A SOCIEDADE ENVOLVENTE A PARTIR DA TERRA INDÍGENA CANABRAVA E DA BR 226

Dhiogo Rezende Gomes (IFMA)

10) A TERRA DOS ÍNDIOS E AS CERCAS DE ARAME: APONTAMENTOS SOBRE O USO DA TERRA E A “PERDA DE VISIBILIDADE” DO POVO GAMELA EM VIANA-MA.

Guilherme Leite Alves (UFMA)

11) HISTÓRIA INDÍGENA E ENSINO: APROXIMAÇÕES ENTRE A HISTÓRIA ACADÊMICA E O ENSINO ESCOLAR

Edilene Pereira Vale (UEMA)

12) POBREZA NO MARANHÃO CONTEMPORÂNEO (2012-2016): OS DISCURSOS EM JORNAIS.

Rayanne Silva Corêa  (UEMA)

13) POBREZA NO ESTADO DO MARANHÃO:  CONTINUIDADE DA IDEIA

 Liana Rayssa Mota Amorim (UEMA)

ST 06 – Ensino de História e outras linguagens

 Coordenadores:

Jonas Rodrigues de Moraes

E-mail: jonasacroa@yahoo.com.br

Dimas dos Reis Ribeiro

E-mail: profdrdimas@bol.com.br

 Resumo: Este simpósio propõe articular discussões relacionadas entre ensino de História e outras linguagens. Enseja que o ST possibilite reflexões sobre as múltiplas estratégias por meio das quais docentes e pesquisadores da área de história utilizam como metodologia e construção de narrativas para desenvolvimento de prática docente e escrita historiográfica. Efetivamente pode-se afirmar que a música, cinema, teatro romance, poesia, literatura, entre outros códigos de linguagens favoreceram e ampliaram indubitavelmente o campo do docente pesquisador. Nessa perspectiva, é necessário que professores, pesquisadores e graduandos de história, entre outros profissionais e estudiosos das áreas de ciências humanas e sociais sejam provocados a refletir sobre sua prática pedagógica e sua escrita acadêmica. Com as novas revelações acerca de alterações na educação é possível discutir estratégias para melhoria do ensino de História e de outras áreas das ciências humanas e sociais no contexto atual? De modo particular sobre o aspecto do processo de ensino e aprendizagem dos docentes da disciplina história afirma que “[…] sendo o “‘fazer histórico’ mutável no tempo, seu exercício pedagógico também o é. Eu diria que ensinar História é uma atividade submetida a duas transformações permanentes: do objeto em si e da ação pedagógica” (KARNAL, 2013, p.7). Efetivamente, em um contexto mais amplo, o simpósio refletirá sobre a pluralidade e múltiplas signos artísticos e linguísticos bem como as manifestações de cultura popular urbana e rural que contribuíram para ampliação da relação da História com outras linguagens.

 Palavras-chaves: Ensino de História. Outras Linguagens. Fazer Histórico.

DIA 04 DE JULHO

1) HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DE ALCÂNTARA: ESPAÇO PARA A FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA

Adriana Monteiro da Silva (UEMA)

2) O ENSINO DE HISTÓRIA DA AMÉRICA LATINA NA UNIDADE BÁSICA DE ENSINO PAULO VI: APONTAMENTOS PRELIMINARES

Adriana Santos Silva (UEMA)

3) EDUCATIO E CIVIS ROMANUS: EDUCAÇÃO E A FORMAÇÃO DO CIDADÃO NA REPÚBLICA ROMANA

Amanda Cristina Amorim Silva Neves (UEMA)

4) LITERATURA E HISTÓRIA: RELENDO O MULATO.

Clécia Assunção Silva (IFMA)

Ilma de Jesus Rabelo Santos (Rede Estadual de Ensino do Maranhão)

5) O USO DOS JORNAIS COMO FONTE NO ENSINO DE HISTÓRIA

Cleydiane Cristina dos Santos Rodrigues Feitosa (UEMA)

6) GAMIFICAÇÃO NO ENSINO DE HISTÓRIA

Dayse Marinho Martins (UFMA)

7) O PAPEL DA EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL: UMA ANÁLISE SOBRE GOVERNANÇA E PARTICIPAÇÃO

Fernanda Cunha de Carvalho (UFMA)

8) A LITERATURA COMO REPRESENTAÇÃO DOS DISCURSOS DE PODER: UM OLHAR DE REFLEXÃO PARA AS OBRAS REVOLUÇÃO DOS BICHOS E 1984 DE GEORGE ORWELL

 Gabriele Pereira Carvalho (UEMA)

DIA 05 DE JULHO

9) REPRESENTAÇÕES SOBRE A POPULAÇÃO NEGRA NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA

Ivã Dutra Lima (UFMA)

10) DO CONHECIMENTO HISTÓRICO AO ENSINO DE HISTÓRIA: PROBLEMÁTICAS RELACIONADAS AO CURRÍCULO, QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL, MINORIAS CULTURAIS, O LIVRO DIDÁTICO E SUAS METODOLOGIAS.

Maelson José Soares Silva (UFMA)

Gerlane Garcia Lobato (UFMA)

11) MODOS E MODA: UMA PERSPECTIVA TEMÁTICA PARA O ENSINO DE HISTÓRIA.

Jéssica Mayara Santos Sampaio (UEMA)

12) A CONTRIBUIÇÃO DA LITERATURA ESPÍRITA PARA O ENSINO INTERDISCIPLINAR DA HISTÓRIA.

Kerlisson Vinício Santos Vieira (UFMA)

Mayara Karla Silva Montenegro (UFMA)

13) CIRANDA DE HISTÓRIAS: AGENTES POPULARES FEMININAS E CULTURA POPULAR EM SALA DE AULA.

Laiana Lindozo Barros Cutrim (UEMA)

14) ENSINO DE HISTÓRIA E NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: CONSTRUÇÃO E APLICABILIDADE DO ACERVO DIGITAL DA LUTA PELA ANISTIA NO MARANHÃO

Leonardo Leal Chaves (UEMA)

15) HISTÓRIA, HISTORIOGRAFIA E IMPRENSA: REVISITANDO JOÃO GOULART ATRAVÉS DOS JORNAIS MARANHENSES NO COTIDIANO ESCOLAR.

Manoel Afonso Ferreira Cunha  (UEMA)

16) ENSINO DE HISTÓRIA E A AMEAÇA DO PROJETO DE LEI ESCOLA SEM PARTIDO: INTERDIÇÃO DO DEBATE CRÍTICO E FASCISTIZAÇÃO DO AMBIENTE ESCOLAR

Márcio Henrique Baima Gomes (UEMA)

DIA 06 DE JULHO

17) IMAGENS DO MARANHÃO SEGUNDO JOSUÉ MONTELLO

Nácia Lopes Nolêto Sousa (UEMA)

18) A RELAÇÃO DOS ESPAÇOS PUBLICOS COM AS LUTAS PELO FIM DA DITADURA MILITAR NO BRASIL: O MUNICIPIO DE SANTA HELENA MA.

Natanael Rodrigues Lopes (UFMA)

19) A REFORMA UNIVERSITÁRIA DE 1968 E A INSTITUCIONALIZAÇÃO DO ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO NO BRASIL

Rafaella Barbosa Gomes (UEMA)

20) PERCURSOS, DESAFIOS E PRÁTICAS EDUCATIVAS DOS PROFESSORES COM DEFICIÊNCIA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE SÃO LUÍS DO MARANHÃO.

Roseline de Sousa Cardoso (UEMA)

21) O SERTÃO MARANHENSE, A HISTÓRIA NÃO ENSINADA.

Samara de Almeida Ramos (UEMA)

22) A UNIVERSIDADE BRASILEIRA: O PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO DA INSTITUIÇÃO SOCIAL PARA O DE ORGANIZAÇÃO SOCIAL.

Sandra Regina Rodrigues dos Santos (UEMA)

23) UM OLHAR HOLÍSTICO PARA O ENSINO DA HISTÓRIA ATRAVÉS DE OUTRAS LINGUAGENS.

Telma Maciel Cunha Muniz (UEMA)

24) CENTRO DE CULTURA POPULAR DOMINGOS VIEIRA FILHO: LUGAR DE MEMÓRIA E DE CONSTRUÇÃO DE SABER HISTÓRICO.

Thais Samara Pinheiro Coutinho (UEMA)

25) DICIONÁRIO DE CONCEITOS E TEMAS ECONÔMICOS PARA JOVENS COMO RECURSO DIDÁTICO PARA O ENSINO DA HISTÓRIA ECONÔMICA NA EDUCAÇÃO ESCOLAR

Werbeth Serejo Belo (Colégio Santa Fé)

ST 07 – O Patrimônio Cultural Brasileiro e suas perspectivas

Coordenador:

Victor de Oliveira Pinto Coelho (UFMA)

E-mail: lilianefcorrea@gmail.com ; mandraga@yahoo.com

 Resumo: O patrimônio cultural é dividido em duas categorias, material e imaterial, e reflete a memória e a identidade cultural dos diversos grupos da nossa sociedade. A primeira é composta por bens móveis e imóveis de caráter histórico, arqueológico, arquitetônico e artístico, etc. A segunda está diretamente relacionada às práticas e crenças presentes nos grupos culturais brasileiros. São celebrações, saberes, lugares e formas de expressão. O patrimônio cultural envolve o sentimento de pertencimento que cada indivíduo tem com sua história e matriz cultural e proporciona e impulsiona a participação deles na coletividade. Nesse ST, aceitaremos trabalhos que pretendam discutir o patrimônio cultural em suas diversas perspectivas para explorar as questões relativas às políticas públicas de salvaguarda, à identificação, cadastro e análise do patrimônio, a valorização e permanência dessas heranças e, enfim, pesquisas que possam contemplar e suscitar discussões sobre o patrimônio cultural brasileiro.

 Palavras-chave: patrimônio cultural. história. memória.

DIA 04 DE JULHO

1)PATRIMÔNIO HISTÓRICO CULTURAL EM SALA DE AULA: AS OFICINAS PIBID NO CENTRO DE ENSINO ESTADO DE ALAGOAS.

Dayane Silva Pereira (UEMA)

2) A VISIBILIDADE DE UM PATRIMÔNIO: ARQUIVOS DA DITADURA MILITAR E O ACESSO A DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS DIGITAIS

Beatriz Sousa Silva (UEMA)

3) O FESTEJO DE SÃO FRANCISCO COMO PATRIMÔNIO IMATERIAL NA CIDADE DE CODÓ-MA.

Fernanda Oliveira de Aguiar (UFMA)

4) A IDENTIDADE E O PATRIMÔNIO IMATERIAL ATRAVÉS DA BANDA EUTERPE CODOENSE

Iara Maria Dias (UFMA)

5) ALMAS SOZINHAS: PATRIMÔNIO IMATERIAL DA CIDADE DE TIMBIRAS – MA

Kelly Lorrany de Sousa Lima (UFMA)

6) CEMITÉRIO SÃO JOSÉ: HISTÓRIA, MEMÓRIA E PATRIMÔNIO.

Mariana Antão de Carvalho Rosa(UFMA)

7) “MINHA ESCOLA É PATRIMÔNIO E POR ISSO EU CUIDO”: EDUCAÇÃO PATRIMONIAL E CURRÍCULO NO ENSINO NOTURNO.

Dayse Marinho Martins (UFMA)

8) O PROJETO DE PESQUISA CERÂMICA ARTESANAL NA COMUNIDADE QUILOMBOLA DE ITAMATATIUA, ALCÂNTARA – MARANHÃO

Denilson Carlos Correa Pereira (UFMA)

Katilla Rayanne Souza Martins (UFMA)

Valdejane Chagas Pereira (UFMA)

ST 08 – Ditaduras e Democracias no Mundo Contemporâneo: Rupturas e Continuidades

 Coordenadora:

Monica Piccolo (UEMA)

E-mail: monica.piccolo@uol.com.br

 Resumo: O objetivo central desse Simpósio Temático é reunir pesquisas que tenham como objeto de investigação temáticas diretamente relacionadas aos processos de instauração, consolidação, institucionalização e crise das Ditaduras Contemporâneas. Amplo tem sido o espaço conferido à Ditadura brasileira nos últimos anos. No entanto, trabalhos que versem sobre as Ditaduras latino-americanas e europeias também serão bem vindos, uma vez que fomentar o diálogo entre os pesquisadores que tratem de realidades históricas distintas em muito poderá contribuir para o aprofundamento dos debates e das pesquisas. A amplitude dos marcos cronológicos possibilita que sejam aceitos trabalhos relacionados não só à própria dinâmica dos regimes ditatoriais, e a seus respectivos processos de crise, como também aqueles que se referem aos regimes institucionalizados posteriormente, destacando, assim, suas rupturas e continuidades diante das Ditaduras pregressas.

 Palavras-chave: Ditaduras. Democracias. História Contemporânea.

DIA 04 DE JULHO

1)DITADURA E IMPRENSA NA AMÉRICA LATINA: UM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE O LA NACIÓN E O JORNAL O IMPARCIAL NA CONSTRUÇÃO DOS DISCURSOS LEGITIMADORES DO GOLPE.

Sarah Fernanda Moraes Gomes (UFMA)

2) PODER, VIOLÊNCIA E ESTADO DITATORIAL: SOB A ÓTICA DA VIGILÂNCIA EM NOTURNO DO CHILE

Rafael Passos de Melo (UFMA)

3) AS BIOGRAFIAS POLÍTICAS E O ENSINO DE HISTÓRIA: PARTE DA HISTÓRIA DO MARANHÃO ATRAVÉS DA TRAJETÓRIA POLÍTICA DE JOSÉ SARNEY

Drielle Souza Bittencourt (UEMA)

4) O ESPECTRO ONIPRESENTE DA INTOLERÂNCIA: PERCEPÇÕES NO CONTO ÔNIBUS DE JULIO CORTÁZAR.

Gabriella Christian Vieira da Costa (UFMA)

Rafael Passos de Melo (UFMA)

5) O HOLOCAUSTO A PARTIR DE AUTOBIOGRAFIAS.

Priscilla Piccolo Neves (UEMA)

6) CINE MEMÓRIA: DITADURA EM TELAS – A TRAJETÓRIA POLÍTICA DE FERREIRA GULLAR NA SÉRIE HÁ MUITAS NOITES NA NOITE

Ivo Dourado Marques de Carvalho (IFMA)

Alanny Silva Luz (UESB)

7) CABELOS E CABELEIRAS: ESTÉTICA E FORMAS DE CONSTRUÇÕES DE RESISTÊNCIA AO GOLPE ATRAVÉS DO  OCUPAMINC – MA.

Ilka Cristina Diniz Pereira (UFMA)

8) A CONSTRUÇÃO DISCURSIVA DO SERVIÇO NACIONAL DE INFORMAÇÃO (SNI) SOBRE AS ORGANIZAÇÕES MARANHENSES PRÓ-ANISTIA (1978-1980)

Ruan Fernandes de Almeida (UEMA)

9) A REPÚBLICA TUTELADA: A ARTICULAÇÃO DO GOLPE (2016) ENTRE AS CLASSES DOMINANTES BRASILEIRAS

Elisa Maria dos Anjos (UFMA)

John Kennedy Ferreira (UFMA)

DIA 05 DE JULHO

10) O BRASIL E O MERCOSUL NAS PÁGINAS DO JORNAL PEQUENO, 1991 À 2002 UM BALAÇO DAS PRINCIPAIS ABORDAGENS SOBRE O TEMA

Noé Rocha Conceição (UEMA)

11) “ESFORÇO PELO DESENVOLVIMENTO”: A CONSTRUÇÃO DO CONSENSO EM TORNO DO DESENVOLVIMENTISMO EM 1969 ATRAVÉS DO JORNAL DE BOLSO

Werbeth Serejo Belo (UEMA)

12) A LEI DA ANISTIA EM FOCO: ENCAMINHAMENTO LEGAL E DESDOBRAMENTOS NO MARANHÃO ATRAVÉS DA IMPRENSA E DO DOPS

João Pedro Lemos Soeiro (UEMA)

13) O “CAÇADOR DE MARAJÁS” NO PODER: ANÁLISE DAS PRINCIPAIS MEDIDAS DO GOVERNO DE FERNANDO COLLOR DE MELLO ATRAVÉS DOS JORNAIS FOLHA DE SÃO PAULO E O GLOBO

Joyce Lopes (UEMA)

14) A ANISTIA POLÍTICA NO MARANHÃO: A BUSCA PELOS ANISTIADOS MARANHENSES.

Mikaela Costa Tavares (UEMA)

15) A INSTALAÇÃO DO MDB NO MARANHÃO: O CONTEXTO POLÍTICO DE CRIAÇÃO DO PARTIDO.

Paulo Leandro da Costa Moraes (UEMA)

16) DITADURA EMPRESARIAL EMPRESARIAL-MILITAR E GOVERNO SARNEY: CONCEITOS E PERCEPÇÕES

Raíssa Caroline Macau Mendes (UEMA)

17) A AÇÃO DA POLÍCIA INTERNACIONAL DE DEFESA DO ESTADO/ DIREÇÃO GERAL DE SEGURANÇA (PIDE/DGS) ATRAVÉS DAS PÁGINAS DO JORNAL O SÉCULO (1968/1974)

Raniele Alves Sousa (UEMA)

DIA 06 DE JULHO

18) A AÇÃO DA POLÍCIA INTERNACIONAL DE DEFESA DO ESTADO/DIREÇÃO-GERAL DE SEGURANÇA(PIDE/DGS) ATRAVÉS DAS PÁGINAS DO DIÁRIO DE LISBOA (1968/1974)

Victor Sallas Garcês Lima (UEMA)

19) A AÇÃO DA POLÍCIA INTERNACIONAL DE DEFESA DO ESTADO/DIREÇÃO-GERAL DE SEGURANÇA (PIDE/DGS) ATRAVÉS DAS PÁGINAS DO JORNAL DIÁRIO DE NOTÍCIAS (1968/1975)

Luana dos Anjos Pereira (UEMA)

20) O GOLPE MILITAR CHILENO E SUA REPERCUSSÃO NAS PÁGINAS DE O IMPARCIAL, UMA ANALISE SOBRE O PAPEL DESEMPENHADO PELO IMPRENSO ACERCA DOS PRIMEIROS ATOS DA JUNTA MILITAR.

Rafael Alves Nunes Neto (UEMA)

21)  A IMPRENSA MARANHENSE EM TEMPOS DE DITADURA. AS INVESTIGAÇÕES DO SERVIÇO NACIONAL DE INFORMAÇÃO (SNI) SOBRE OS JORNAIS “O RUMO” E “ANISTIA” (1979).

Victor Gabriel de Jesus Santos David Costa (UEMA)

22) UM LUGAR DEMOCRÁTICO ENTRE ESPAÇOS DITATORIAIS? POPULAÇÃO, EDUCAÇÃO E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA NOS ANOS DO FRENTE NACIONAL NA COLÔMBIA. 1958-1974

Cindy Lorena Pinilla Rueda (UFC)

23) A POLÍCIA MILITAR DO MARANHÃO (PM-MA): ENTRE HIERARQUIA, DISCIPLINA E O DIREITO DE TER DIREITOS

Paulo Henrique Matos De Jesus (UFMA)

24) DITADURA E IMPRENSA: OS ANIVERSÁRIOS DA “REVOLUÇÃO” NO JORNAL O ESTADO DO MARANHÃO (1970/1974)

Teresa Cristina Freitas Oliveira (UEMA)

25) O DISCURSO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL DA IGREJA ENTRE AS DÉCADAS DE 1950 E 1960: UM CASO PROTESTANTE. O DISCURSO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL DA IGREJA ENTRE AS DÉCADAS DE 1950 E 1960: UM CASO PROTESTANTE.

Fernando Coêlho Costa (UFMA)

ST 09 – Proportio ad alterum: as justiças medievais e os desvãos de um presente incerto. 

 Coordenadores:

Adriana Zierer (UEMA)

Marcus Baccega (UFMA)

E-mail: marcusbaccega@uol.com.br

Resumo: 

Este ST convida os colegas das áreas de História, Letras, Filosofia e Direito para meditar com o filósofo Walter Benjamin, na Tese VI de Sobre o Conceito de História: articular historicamente o passado é uma construção intelectual que se perfaz, por excelência, “em um instante de perigo”. Em nosso tempo de distúrbios políticos e riscos à democracia, faz-se imperativo retornar à Justiça. Na Questão 5, art. 1, da Segunda Parte da Parte I da Suma de Teologia (c. 1273), São Tomás de Aquino preconiza que “é próprio à Justiça, dentre as outras virtudes, que ordene o homem naqueles assuntos referem ao outro” (Justitiae proprium est inter alias virtutes, ut ordinet hominem in his quae sunt ad alterum). Propomos, então, um exercício de reflexão interdisciplinar presente-passado-presente, pensando as heranças medievais de longa duração e suas possibilidades de apropriação e ressignificação no tempo presente.

Palavras-chave: Justiça. Idade Média. Tempo Presente.

DIA 05 DE JULHO

1) O JULGAMENTO DOS COMPORTAMENTOS SOCIAIS NOS AUTOS DE GIL VICENTE

Andreia Karine Duarte (UEMA)

2) AS RELAÇÕES DE GÊNERO E PODER EM PORTUGAL ATRAVÉS DA CRÔNICA DE D. JOÃO I (SÉCULO XV)

Camila Rebelo Pereira (UEMA)

3) VIOLÊNCIA E INCESTO: A PEDAGOGIA SEXUAL EM A DEMANDA DO SANTO GRAAL.

Claudienne da Cruz Ferreira (UEMA)

4) A QUEM É DADO O DIREITO À VITÓRIA: INTERPRETAÇÕES DA JUSTIÇA NA CANÇÃO DE ROLANDO.

Elisângela Coelho Morais (UFMA).

5) RETÓRICA NA CRISTIANIZAÇÃO DOS ESCANDINAVOS: A QUESTÃO DA JUSTIÇA

Jaffi Carvalho da Silva Neto (UFMA)

6) AUTO DA ALMA COMO FORMA DE IDENTIFICAÇÃO DA JUSTIÇA DIVINA E A TEORIA DO LIVRE-ARBÍTRIO.

Laryssa Gomes Pimenta (UEMA)

DIA 06 DE JULHO

7) A JUSTIÇA, PEREGRINA ENTRE OS VÍCIOS E A VIRTUDE: ESCOLÁSTICA, COMUNITARISMO E RUPTURAS DE UM TEMPO DE INCERTEZAS.

Marcus Baccega (UFMA)

8) A QUESTÃO DA JUSTIÇA NO SANTO OFÍCIO

Paulo Henrique Silva Bezerra (UFMA)

9) ENTE O MODELO DE EVA E O DA VIRGEM MARIA: O COMPORTAMENTO FEMININO NAS PEÇAS DE GIL VICENTE.

Renata de Jesus Aragão Mendes (UEMA)

10) JUSTIÇA DIVINA E VITÓRIAS DOS HERÓIS DA CRÔNICA DE D. JOÃO I

Adriana Zierer (UEMA)

11) A DAMA DO PÉ DE CABRA E O PROJETO POLÍTICO-IDEOLOGICO DO CONDE D. PEDRO: REPRESENTAÇÕES MEDIEVAIS DAS DISPUTAS PELA MEMÓRIA

Polyana Muniz (UEMA)

ST 10 – Sujeitos, rituais, festa e comemorações

 Coordenadores:

Antonio Evaldo Almeida Barros (UEMA/UFMA)

E-mail: antonioevaldoab@gmail.com

Maria da Glória Guimarães Correia (UFMA)

E-mail: mariagcorreia10@yahoo.com.br

Resumo: Os repertórios e organizações festivos, ritualísticos e comemorativos podem constituir ocasião significativa para se perceber especificidades dos processos sociais em diferentes tempos e espaços, sendo capazes de traduzir experiências, expectativas e imagens sociais daqueles que os realizam, apresentando-se como objeto privilegiado da História e das Ciências Sociais e Humanas, para se estudar e reconstituir os movimentos de uma determinada coletividade, população, região, nação. Através da análise desses repertórios pode-se perguntar sobre como as pessoas interpretam o mundo, conferem-lhe significado e lhe influem emoção, afinal, como sugeriria o historiador Robert Darnton, as pessoas também pensam com coisas ou com qualquer material que sua cultura lhes ponha à disposição, como histórias e cerimônias. Portanto, este simpósio, no qual se pretende continuar reflexões sobre o festivo anteriormente realizadas em encontros da ANPUH-MA, consiste num espaço aberto para análises acerca desses fenômenos plurais. Os fenômenos ritualísticos e festivos provocam reações variadas dependendo dos contextos e circunstâncias nos quais ocorrem, manifestando-se como ocasião particular para se observar experiências de diferentes e desiguais sujeitos e para se perceber, de maneira particular, visões de mundo e práticas dos setores, grupos e sociedades que os realizam. Assim, este ST pretende agregar estudos sobre festas, rituais e comemorações, atentando para o lugar dos sujeitos, setores e grupos sociais nessas ocasiões. Serão valorizadas propostas de trabalho sobre rituais, festas e comemorações, que reflitam sobre os pressupostos e problemas teóricos e analíticos estruturantes da produção do conhecimento histórico e social, tais como permanência e mudança, coesão, assimilação e conflito social, material/ideal, objetivo/subjetivo, individual/coletivo (sujeitos, grupos e estrutura), heterarquia e hierarquia, diferença, alteridade e mesmidade, culturalismo e instrumentalismo, dentre outros.

DIA 06 DE JULHO

1)PRÁTICAS E REPRESENTAÇÕES DO CAIXEIRO VIAJANTE NO MUNICÍPIO DE PARNAÍBA-PI NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XX

Antônio Lopes Vieira Filho (UEMA)

2) LAICIDADE OU PROSELITISMO: O ENSINO RELIGIOSO PELA ÓTICA DA ATUAL LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

Luis Flavio Santos Prazeres (UEMA)

3) COMEMORAÇÕES, FESTAS E RITUAIS: HORIZONTES DE PESQUISA, INTERPRETAÇÕES E UMA HISTÓRIA DA MEMÓRIA DE SÃO LUÍS NA PRIMEIRA REPÚBLICA

Wendell Emmanuel Brito de Sousa (UEMA)

4) MÚSICA E HISTÓRIA NA ERA VARGAS: UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA DO SAMBA NO ENSINO DE HISTÓRIA NO ENSINO MÉDIO

Thays Conceição de Jesus Barbosa Silva (UEMA)

5) FESTA DANÇANTE COMO ATO DE PROMESSA: NARRATIVAS DE CONSTRUÇÃO DO FESTEJO DE SÃO SEBASTIÃO EM UM TERREIRO DE MINA NA ZONA RURAL DE SÃO LUÍS- MA.

Feliphe Santos Soeiro (UEMA)

6) BRINQUEDO DE ESCRAVOS: O BUMBA MEU BOI DO MARANHÃO NO SÉCULO XIX

Calil Felipe Zacarias Abrão (UNB)

7) SÃO JOÃO EM TEMPOS DE DITADURA

Clemilton Costa Santos Junior (UFMA)

8) COMEMORANDO A “REVOLUÇÃO DE 64” EM SÃO LUÍS DO MARANHÃO.

Jéssica Araújo de Moura (UFMA)

9) CULTURA POPULAR, CRENÇAS E PRÁTICAS COTIDIANAS OU COMO OS INDIVÍDUOS DO BUMBA MEU BOI DESENVOLVEM SUA DEVOÇÃO A SÃO JOÃO.

Adriano Farias Rios (UFMA)

10) BORI: OFERENDA À CABEÇA

Rayssa Edith Sampaio Mota (UFMA)

ST 11 – Estudos africanos e afro-brasileiros no Brasil: ensino, teoria e pesquisa. 

Coordenadoras:

Viviane de Oliveira Barbosa (UEMA/UFMA)

E-mail: vivioliba@yahoo.com.br

Maria da Guia Viana (UFMA)

E-mail: mariaguia@yahoo.com.br

 Resumo: Com o advento da Lei 10.639/03, que instituiu a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira no Brasil, emergiram algumas reflexões sobre o ensino de história africana e afro-brasileira, novos estudos e pesquisas que tomam o continente africano e sua diáspora como foco de análise. Este simpósio temático, a exemplo de outras ações realizadas pelo Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão sobre África e o Sul Global (NEÁFRICA-UEMA/UFMA) e pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB-UFMA) no Maranhão, tem por objetivo reunir trabalhos de estudantes, profissionais, e demais interessados nas dimensões teóricas e metodológicas, do ensino e da pesquisa no campo dos Estudos Africanos e Afro-Brasileiros. Os últimos retrocessos no Brasil, decorrentes de mudanças quanto àquela legislação de 2003 e sobre a reforma do ensino brasileiro, nos colocam a necessidade e a importância das reflexões que este simpósio pretende abrigar.

Palavras-chave: Estudos Africanos e Afro-Brasileiros. Ensino de História. Teoria e Pesquisa

DIA 04 DE JULHO

1) LITERATURA E HISTÓRIA: RELENDO O MULATO

Clécia Assunção Silva (IFMA)

Ilma de Jesus Rabelo Santos (Rede Estadual de Ensino do Maranhão)

2) CAMALEÕES DA ÁFRICA OCIDENTAL: OS CONTOS AFRICANOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE HISTÓRIA

Joyce Oliveira Pereira (UEMA)

3) A DIÁSPORA ATRAVÉS DA POESIA NAVIO NEGREIRO DE SOLANO TRINDADE

Elisandra Cantanhede Ribeiro (UFMA)

4) REPRESENTAÇÕES SOBRE A POPULAÇÃO NEGRA NOS LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA

Ivã Dutra Lima (Escola Assistencial da Aeronáutica e Secretaria Estadual de Educação)

5) REPRODUÇÃO ENDÓGENA DOS ESCRAVIZADOS NA RIBEIRA DO ITAPECURU (1810-1830), UMA POLÍTICA SENHORIAL NO MARANHÃO OITOCENTISTA?

Antonia da Silva Mota (UFMA)

6) FAMÍLIA ESCRAVA A PARTIR DOS REGISTROS DE BATISMOS DA CAPITANIA DO MARANHÃO – INSERÇÃO DE DADOS E ANÁLISE DEMOGRÁFICA

Danielle Dayane Mendes de Melo (UFMA)

DIA 05 DE JULHO

7) O PÓS-1994 SUL-AFRICANO: ENSINO DE HISTÓRIA E POLÍTICAS DE MEMÓRIAS NO UNIVERSO DOS ZULUS EM TEMPOS DE DEMOCRATIZAÇÃO

Aldina da Silva Melo (UFMA)

8) NOTAS SOBRE A EDUCAÇÃO FORMAL EM DIFRENTES FASES DA HISTÓRIA DE MOÇAMBIQUE

Jeferson Gonçalves Mota (UFMA)

9) FUTEBOL, IDENTIDADE E DESIGUALDADE EM MOÇAMBIQUE (C. 1910-50)

Jandson Jouberth Maciel Rodrigues (UFMA)

10) A PARTICIPAÇÃO FEMININA NO PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA MOÇAMBICANA.

Ana Carolina da Luz Nunes (UFMA)

11) A TIMBILA CHOPI COMO ELEMENTO PRIORITÁRIO NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE, NACIONAL E ÉTNICA EM MOÇAMBIQUE DO SÉCULO XXI

Jhonantan de Oliveira Gomes (UEMA)

12) A FORMAÇÃO DO MERCADO DE TRABALHO EM ANGOLA: DO LEGADO COLONIAL AO PÓS-GUERRA GUERRA CIVIL.

Anacleto Aníbal Xavier Domingos (UFMA)

 DIA 06 DE JULHO

13) AS REPRESENTAÇÕES DA SOCIEDADE SENEGALESA PÓS-COLONIAL NA FILMOGRAFIA DE OUSMANE SEMBÈNE: UMA ANÁLISE DO FILME XALA (1974)

Ana Paula Mendes Ferreira (UEMA)

14) AS IMAGENS DE MOÇAMBIQUE PÓS-COLONIAL: UMA ANÁLISE A PARTIR DA OBRA “VIRGEM MARGARIDA”, DE LICÍNIO AZEVEDO

Nailza Matos Serejo (UEMA)

15) COLONIALISMO, GUERRA E RESISTÊNCIA: UMA ANÁLISE DAS PRODUÇÕES ZULU (1964) E ZULU DAWN (1979)

Milca Salém dos Santos Silva (UEMA)

16) CINEMA, HISTÓRIA E ENSINO: REPRESENTAÇÕES DE ÁFRICA EM VÊNUS NEGRA

Itamiris Cantanhede e Cantanhede (UEMA)

17) AS REPRESENTAÇÕES DA ÁFRICA CONTEMPORÂNEA EM LIVROS DIDÁTICOS DA REDE DE ENSINO PÚBLICA MUNICIPAL DE SÃO LUÍS.

Guilherme Leite Alves (UFMA)

18) UM OLHAR SOBRE A CADEIA HEREDITÁRIA DOS DEUSES: PERCEPÇÕES ANTROPOLÓGICAS DA CONSTRUÇÃO DE ALTERIDADES DE ESTUDANTES NUMA UNIDADE DE EDUCAÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS

Wlisses Figueiredo Matos (UFMA)

 

ST 12 – Poder, sociedade e cultura nos impérios Luso e Brasileiro (1500-1889)

 Coordenadores:

Ítalo Domingos Santirocchi (UFMA)

E-mail: italosantirocchi@hotmail.com

André Luis Bezerra Ferreira (UFPA)

E-mail: andreluis_bf@yahoo.com.br

 Resumo: Esse simpósio objetiva reunir trabalhos de pesquisadores interessados em questões que entrecruzem poder, sociedade e cultura nos impérios lusitano e brasileiro entre os anos de 1500 a 1889. Interessa-nos pesquisas que analisem o funcionamento das instituições, os debates políticos, religiosos e as manifestações culturais desse período. Por meio de fontes impressas ou manuscritas,  esse ST contempla propostas sobre o debate público, a confrontação de ideias e de projetos, que envolvam política, imprensa, religião, cultura e a formação do Estado/nação, permitindo compreender melhor essas sociedades. Trabalhos de história social, produzida por meio de análise quantitativa e serial, também serão aceitos pela nossa proposta.

 Palavras-Chave: Colônia. Império. Poder. Sociedade. Cultura.

DIA 04 DE JULHO

1)EXPERIÊNCIAS DE ESCRAVAS NEGRAS EM SÃO LUÍS NO SÉCULO XIX.

Cristiane Pinheiro Santos Jacinto (UFPA)

2) MÃES, MADRINHA E FILHOS: A FAMÍLIA ESCRAVIZADA DIANTE DA POSSIBILIDADE DE LIBERDADE EM MARAÚ/BA (1840-1868)

Julian de Souza da Mota (UFMA)

3) AS REPRESENTAÇÕES DOS ESCRAVOS NEGROS NOS JORNAIS DE SÃO LUÍS DE 1830 A 1850

Esmênia Miranda Ferreira da Silva (Colégio Militar Tiradentes)

4) “LIBERDADES EXTREMAS: MULHERES ESCRAVIZADAS SUICIDAS E O LIMITE AO PODER DE SEUS SENHORES NO MARANHÃO (1840-1888)”

Carlos Victor de Sousa Ferreira (UFMA)

5) DOUTRINAS RACIAIS E ESCRAVIDÃO EM IMPRESSOS NO MARANHÃO OITOCENTISTA (1850-1888)

Nayara de Fátima Nunes Santos (UEMA)

6) ANÁLISE DO DISCURSO ABOLICIONISTA NOS JORNAIS: CARAPUÇA (1884) E O ABOLICIONISTA (1885)

Hiago Andrade da Rocha (UFMA)

7) SANTAS E PROTETORAS: UMA ANÁLISE DOS ASSENTOS PAROQUIAIS DE BATISMO EM SÃO JOÃO DE CORTES NO PERÍODO OITOCENTISTA

Lisiane Almeida Ferreira (UFMA)

8) RELATOS DE ALTERIDADE: OS PADRES LAZARISTAS FRANCESESE SUAS IMPRESSÕES SOBRE O CEARÁ NAS MISSÕES POPULARES (1872-1887)

Pryscylla Cordeiro Rodrigues Santirocchi (UFMA)

DIA 05 DE JULHO

9) A FORMAÇÃO DO IMPÉRIO LUSO-BRASILEIRO A PARTIR DE D. RODRIGO DE SOUSA COUTINHO

Rosivaldo Brito da Silva (UEMA)

10) CAPÍTULOS DA INQUISIÇÃO PORTUGUESA: O PECADO DE ISABEL SEGUNDO OS AUTOS DO SEU PROCESSO

Milena Gomes Machado (UFMA)

11) O ANTIJESUÍTISMO NA AMAZÔNIA PORTUGUESA (1705-1759)

Roberta Lobão Carvalho (UFPA)

12) AS FAMÍLIAS ESCRAVAS EM ALCÂNTARA (1758 A 1801)

Izael Sousa da Costa (UFMA)

13) AS ELITES PROPRIETÁRIA DE ESCRAVOS E SEUS CATIVOS: UMA ANÁLISE A PARTIR DOS REGISTROS PAROQUIAIS DE BATISMO EM ALCÂNTARA NO MARANHÃO COLONIAL

Neiane Freitas Rocha (UFMA)

DIA 06 DE JULHO

14) EXPROPRIADOR OU INOVADOR: CARTA DO GOVERNADOR DA PROVÍNCIA DO MARANHÃO AO REI D. JOÃO VI

Ana Lívia Aguiar de Sena (UFMA)

15) NOS CENTROS DE AUTORIDADE POLÍTICA: CIDADÃOS POLÍTICOS DA PROVÍNCIA DO MARANHÃO NO PARLAMENTO PORTUGUÊS E BRASILEIRO (1821-1829).

MÁRIO AUGUSTO CARVALHO BEZERRA (UFMA)

16) MULHERES DE PODER: VIÚVAS PROPRIETÁRIAS DE ENGENHOS E CHEFES DE FAMÍLIA EM PINHEIRO-MA (1868-1879)

Joana Karla Sarges (UFMA)

17) AS PROPRIETARIAS DA CIDADE DE CODÓ-MA ATRAVÉS DO LIVRO DE CASAMENTO E BATISMO

Antonia Tavares Gama de Castro Neta (UFMA)

18) RECRUTAMENTO MILITAR NO MARANHÃO PROVINCIAL (DÉCADA DE 1840): UMA FORMA DE CONTROLE SOCIAL.

POLLIANA BORBA (UFMA)

19) LITERATURA INDIANISTA E IDENTIDADE NACIONAL: DISCURSOS PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA IDENTIDADE NACIONAL BRASILEIRA EM GONÇALVES DIAS

Philipe Luiz Trindade de Azevedo (UFMA)

20) HISTORIOGRAFIA E NAÇÃO NO BRASIL OITOCENTISTA. O CASO VARNHAGEN, VISCONDE DE PORTO SEGURO

Ana Priscila de Sousa Sá (UFMA)

21) A INFLUÊNCIA CULTURAL NO IMPÉRIO BRASILEIRO E SUA POSTERIOR CONTRIBUIÇÃO PARA A FORMAÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL

Telma Maciel Cunha Muniz (UEMA)